Sexo Anal: 4 posições de ataque

08 de fevereiro

Quando se pensa em sexo anal, a primeira posição sexual que vem à cabeça é a tradicional cachorrinho, certo? No entanto, existem outras várias formas do seu gato explorar o seu lado B. Separei quatro posições, para você se deliciar pela via alternativa! Confira:






1. Colherinha safada
Você fica de lado e o seu querido se encaixa por trás, o que facilita controlar totalmente o ritmo da penetração. E ela não costuma ser muito profunda nessa posição.
Nível: iniciante.
2. Missionário nas estrelas
O lindo fica por cima e você por baixo, com os pés apoiados nos ombros dele e os joelhos flexionados, como se estivesse na cadeira do ginecologista. Você fica com as mãos livres para estimular o clitóris, e o principal: terão contato visual direto. A penetração é mais profunda que a da colherinha. O pênis também entra mais facilmente, pois o relaxamento do ânus é total.
Nível: intermediário.
3. Cadeira tentadora
Fique de pé diante da cadeira e apoie as mãos no encosto. Coloque uma das pernas em cima do assento. O bonitão se encaixa por trás e inicia a penetração. Essa posição é ótima porque ele fica com espaço livre para acariciar seu clitóris. A penetração não é tão profunda, mas o malabarismo excita por poder ser praticado fora da cama.
Nível: intermediário.
4. Cavalgada do pecado
O moço deita de costas e você – de frente ou de costas para ele – vai descendo aos poucos sobre o pênis. Essa posição dá um controle bastante intenso da profundidade, mas também é sinônimo de uma penetração consideravelmente profunda. Se quiserem turbinar o momento, peça a ele que suba e desça o quadril para dar um ritmo mais rápido à penetração.
Nível: avançado.

Fonte: Revista Nova

         

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Contos da Pimenta: Scarpin Vermelho

04 de fevereiro



De uns tempos para cá, desenvolvi uma preferência por homens mais novos. Na verdade, a coisa começou por acaso, mas logo se tornou um padrão. Atualmente, quase todos os meus rolos são com caras mais jovens.
(Podem ficar tranqüilos, todos são maiores de idade e, na realidade, não são tão mais novos assim que eu!)
Nas últimas semanas, eu tive alguns encontros com o Marcos. O Marcos é estudante de biologia, seis anos mais novo que eu. Ele é de Teresópolis mas divide um apartamento no Rio com um amigo. Além disso, é gato até dizer chega. E tem um pau grande e gostoso.
Olha, o Marcos é bem menino com algumas coisas. O apartamento dele parece uma república, ele não conhece direito a cidade, então vive meio perdido, está sempre duro (em todos os sentidos que você pode imaginar). No começo, eu não tinha muita paciência para essas coisas. Depois, vi que era exatamente essa a graça. E essas coisas começaram a me dar muito tesão. Ele é diferente dos outros caras que eu pego.
E era diferente na cama também. Pra começar, tinha mais disposição que os caras mais velhos que eu. Depois, era um gostoso. E para completar, ele era atencioso e tinha maior facilidade de aceitar as minhas sugestões. Rapidinho, o moleque estava treinado e me comia exatamente do jeito que eu gosto.
Numa quinta-feira, sai do trabalho e, no elevador, o telefone tocou.
- Alô?
- To tarado.
- Hahahahahahahaha
- Não ri não, é sério. Onde você está?
- To saindo do trabalho.
- Quero dormir com você hoje.
- Hoje não dá, tenho uma festa mais tarde. Pena…
- Não vai na festa ué…
- Tenho que ir. Vão umas pessoas do trabalho, não posso faltar.
- E agora, o que a gente faz?
- Não sei, sugere alguma coisa.
Eu sabia que ele não ia sugerir nada. Mas não podia deixar de fazer esse charminho.
- Não tenho sugestão… E você, tem alguma ideia?
- Eu podia dar uma passada na sua casa.
- Ah, não achei que existisse essa possibilidade.
- Sim, existe. Mas tem que ser bem rapidinho.
Entrei no táxi e fui para a casa dele. Chegando lá, ele estava de bermuda, sem camisa e sem cueca. Foi ele abrir a porta e eu vi o pau dele ficando duro por baixo da bermuda. E ele veio me dar um abraço. Foi só eu sentir o pênis dele encostando em mim que fiquei molhada.
- Acabei de chegar também. – ele disse – Não deu nem tempo de tomar banho. Quer tomar um banho comigo?
- Não dá tempo – falei firme.
- Poxa, eu to todo suado. Passei o dia na rua, facul, estágio… Quero ficar cheirosinho pra você.
- Não dá tempo.
Realmente não dava tempo. Eu estava com os minutos contados. Mas, apesar de ser totalmente a favor de um banho antes do sexo, e de achar que o chuveiro pode ser o lugar ideal para umas preliminares, eu queria ele daquele jeito. Suado, meio sujo, com cheiro de macho. E ele entendeu direitinho o recado.
- Não dá tempo né? – perguntou me puxando pela mão e me levando para o quarto dele.
O quarto dele estava uma zona naquele dia. Normalmente, quando ele sabe que eu vou pra lá, ele deixa tudo arrumadinho. Mas claro, o lugar nunca perde a cara de quarto de cara solteiro de 20 e poucos anos. E isso me deixa muito excitada. Me lembra os tempos da faculdade quando, entre uma aula e outra, eu ia para o apartamento que meu namorado dividia com outros três amigos e trepávamos loucamente. Que época boa…
Entramos no quarto e ele me empurro para a cama. Caí de costas, meio sem entender o que estava acontecendo. Sentei na cama, com cara de brava, para tirar os sapatos. Ele me empurro de novo e vindo para cima de mim, ele disse:
- Você não disse que não dava tempo?
- Mas de tirar o sapato dá…
- Tirar o sapato? Não, você não vai tirar o sapato.
Eu estava de scarpin vermelho nesse dia. Salto alto e finíssimo. Me lembrei de uma outra vez em que eu estava usando esse mesmo par e ele falou “Esse sapato é um tesão”.
Empurrei ele para que saísse de cima de mim e levantei. Ele ia levantando também, eu botei uma mão no ombro dele e a outra na boca, para que ele não falasse.
- Deita aí. Não estou com tanta pressa assim. – eu falei – Mas pode deixar que eu não vou tirar o sapato.
De pé, tirei a saia, e comecei a abrir a blusa. Ele estava deitado na cama e foi abrindo a bermuda também. Colocou um dos braços atrás da cabeça e com a outra mão brincava com o pau. E me olhava com cara de tesão. Eu virei de costas e abri o soutien. E fui andando até a janela, com uma calcinha minúscula enfiada na bunda.
- Ta quente né? – perguntei olhando pra ele por cima do ombro.
Ele levantou feito um bicho da cama, e veio andando na minha direção. Grudou atrás de mim, uma mão no meu peito e outra entrando pela minha calcinha, os dedos correndo pela minha buceta. Ele beijava meu pescoço, mordia a minha orelha, passava o rosto pelo meu cabelo.
A janela do quarto dele dava para o prédio vizinho. Era verão e ainda estava claro. Se alguém aparecesse na janela, veria tudo. Mas eu sempre fui meio exibicionista mesmo.
Eu tentei virar de frente mas ele não deixou. Então só estiquei o braço para alcançar o pênis dele, que estava duro, grosso, enorme. Comecei a masturbá-lo enquanto ele enfiava dois dedos na minha vagina e massageava meu ponto G. Estava uma delícia.
Foi então que ele enrolou a mão no meu cabelo e me puxou para mais perto dele.
- Gostosa! – sussurrou no meu ouvido, e me empurrou para a frente.
Eu fiquei mais debruçada na janela, ele puxou a minha calcinha para o lado e meteu a piroca com força na minha buceta. Entrou doendo, mas gostoso. Ficamos assim um tempinho. Ele me puxava pelo cabelo e pela cintura. Eu rebolava, tentando me equilibrar no salto.
Até que empurrei ele para trás, pelo quadril, e gritei pra ele parar. Me virei e dei um empurrão com força no peito dele. Ele deu um passo para trás e continuei empurrando até ele chegar na cama.
- Senta. – eu mandei e ele obedeceu sem pestanejar.
Eu tirei a calcinha e, em seguida, apoiei o pé no peito dele e empurrei para que ele deitasse. Depois, fiquei em pé na cama, de sapatos, uma perna de cada lado do corpo dele. Ele alternava o olhar entre os meus pés e minha buceta. Então eu fiquei de joelhos e depois sentei, sentindo aquela pica entrando inteira na minha xoxota. E ele começou a meter forte. Eu inclinava o corpo para trás, apoiando uma das mãos na coxa dele. Em seguida, me joguei para a frente.
Depois ele me girou para que eu deitasse e veio por cima de mim. Ficamos um tempo no papai e mamãe, até que ele esticou minhas duas pernas. Assim, os meus sapatos ficavam juntos do rosto dele. Ele esfregava as bochechas no salto e beijava o peito do meu pé. E metia forte, ajoelhado na cama.
Até que deixou as minhas pernas caírem e inclinou o corpo para cima de mim. Agora ele estava num ritmo mais delicado e me olhando com carinho.
- Te adoro. – ele disse me olhando nos olhos.
- Também te adoro, babe. – eu respondi.
Girei os quadris para eu ficar por cima dele. Abaixei o tronco e comecei a beija-lo. Ele aumentou o ritmo e, assim pertinho um do outro, gozamos juntos.    
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Pimenta Chic no Formspring

04 de fevereiro

Queridos apimentados,

Acabei de criar um perfil para mim no Formspring (www.formspring.me/PimentaChic). Portanto, agora tempos mais uma mídia social para mantermos a nossa relação ainda mais estreita.

Para quem não conhece a ferramenta, o Formspring funciona mais ou menos como o caderno de perguntas da nossa infância. Lá, você posta uma pergunta (assinada ou anônima) e eu te respondo em seguida. É portanto o canal perfeito para você tirar as suas dúvidas sobre sexo ou me fazer perguntinhas picantes.

Vou adorar te responder!

Quer começar a brincadeira? Então clique aqui!!!

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Quem conta um conto: Doce Devassa

03 de fevereiro

Hoje eu queria postar um conto erótico que tivesse um homem como narrador. Queria a perspectiva masculina. Queria termos e fantasias masculinas. Comecei então a minha busca pela web e achei uma história maravilhosa no site Não, não para… Nela, um produtor de filme pornô conta como realizou a fantasia de sua namorada em uma noite pra lá de fetichista. Delicioso!!!



Doce Devassa



Por Dyas





O trabalho sempre ocupou muito do meu tempo. Por diversas vezes minhas semanas se reduzem a apenas trabalho e mais trabalho, o que diminuía o tempo que eu tinha para ficar com uma namoradinha que tive épocas atrás. Soraya tinha uns dois anos a menos que eu, morena de lábios levemente carnudos, sempre de batom vermelho, corpo bem desenhado num formato de violão, rosto de menina de família, e todos me perguntavam o porquê de eu ainda estar com ela se trabalhava como produtor pornô e tinha as melhores atrizes doidas para sair comigo. A questão era que Soraya apesar da aparência de recatada, deixava inúmeras marcas roxas no meu corpo, em nossos encontros. Ela conseguia dar de dez a zero em qualquer uma das atrizes que estavam no set, e vez ou outra até depois de uma transa completamente insana com direito a jogá-la forte contra a parede, derrubar de quatro no chão e comer seu rabo com força, puxá-la pela cabeça fazendo-a engolir meu pau até as bolas e gozar na sua garganta, eu a perguntava se um dia ela não queria ir ao set e trabalhar em algum filme. A resposta me vinha como uma flexa:

- Porque eu sou de família, seu louco!
Tínhamos uma perfeita sintonia, e isso nos fazia ter uma tremenda confiança um no outro. Ciúmes rolavam, com certeza, afinal ninguém tem sangue de barata, porém conseguíamos nos abster em questão de segundos desses sentimentos fracos, nos focando no mais importante, apenas nós dois.
As noites com aquela morena pareciam nunca terminar. Transávamos tão intensamente e com vontade um pelo outro que mal percebíamos que o dia estava para raiar. Vez ou outra tínhamos que parar abruptamente porque eu deveria estar trabalhando no set. Algemas e vibradores não faltavam em nossas noites à sós. Ainda me lembro do dia que a amordacei, algemei, vendei, enfiei um vibrador na sua buceta e enterrei minha rola no rabo dela. Ela tentava sair, queria urrar e não conseguia, enquanto eu sem pena alguma daquela moça tão bonitinha socava sem pena minha rola inteira no seu rabo. Gostosas eram as noites que eu a libertava e ela deitava na cama esbaforida, de respiração arritmada, seios saltando conforme seus batimentos cardíacos, e tentando balbuciar que gozou.
Confesso que ela acabava sendo minha válvula de escape. Vendo tantas pessoas transando por dia me deixava com um tesão tão violento que nem se eu me masturbasse o dia inteiro passaria. Soraya era quem acabava sofrendo e muito na minha mão, mas um sofrimento gostoso, que nos fazia sentir uma enorme saudade um do outro quando não estávamos juntos. Matávamos a saudade por longas conversas por telefone, que quase sempre culminavam em um papo mais quente, e numa das noites, depois de uma gozada deliciosa que demos falando um com o outro, ela me confessou que um dia queria algo a mais nos nossos encontros. E esse algo a mais tinha que ser uma mulher. Na hora comecei a imaginar aquela mulher com cara de anjo gozando com a boca de outra mulher engolindo a sua buceta, enquanto eu gozava na sua boca. Quase acabei sentindo vontade de gozar outra vez, mas me contive e comecei a bolar alguma coisa.
Liguei para alguns contatos e acabei conhecendo o dono de um barzinho fetichista perto do centro da cidade. Não pensei duas vezes e no ato combinei com o cara o que eu queria fazer. Um baile de máscaras, mas o meu set de filmagem teria que estar todo lá, pois queria fazer algo realmente impressionante para Soraya. Dias depois, com tudo pronto e tudo o que eu queria em mente, chamei Soraya para aparecer em casa depois de conseguir uma folga do serviço. Ela apareceu em um micro vestido, linda como sempre, chegou me beijando como louca, mas não queria transar com ela ali, naquele momento. Pedi a ela que se sentasse no sofá e sai. Ela não entendeu nada, quis vir atrás, mas a impedi e pouco tempo depois retornei com uma caixa. Na caixa, um vestido de vinil preto, com uma máscara também preta e uma calcinha minúscula. Na hora ela me olhou com os olhos brilhando, e correu para se vestir. Quando chegou ao banheiro deu de cara com mais uma das minhas surpresas. Uma bota também de vinil que chegava até o meio da coxa com um salto agulha finíssimo. Eu ria com os berros de felicidade dela dentro do banheiro.
Mais uma vez ela quis vir pra cima e mostrar o quanto tinha gostado do presente. A impedi novamente e falei baixinho no ouvido dela que a noite só estava pra começar, e aquilo não era nem um por cento do que iríamos aprontar. Ela mordeu os lábios de tal forma que imaginei que se machucaria. Passei por trás dela e puxei uma coleira do meu bolso. Quando ela sentiu que eu a estava encoleirando, quase teve um orgasmo. Tentava me abraçar, me beijar, me puxar, e eu simplesmente evitando, falando que não. O tesão dela estava tão alto que ela não me ouvia de forma alguma, foi quando eu puxei a coleira quase a enforcando e disse:
- Não, sua cadela! Já disse que não! Você vai ter o que merece, mas não será aqui, nem agora!
Ela ainda relutou um pouco, mas dei-lhe um servido tapa na cara, fazendo-a parar na hora, e entender que ali eu era o seu mestre, seu dono. Tanto entendeu que na hora que retornou a si, proferiu olhando pra baixo com cara de triste e entrando no clima:
- Perdão, senhor. Isso não se repetirá. Juro que vou me comportar para o senhor.
Com um ar soberbo, olhei para ela, puxei a coleira e disse:
- É assim mesmo, vadia. Agora vamos. Temos uma noite inteira pela frente.
- Pra onde vamos senhor?
- Te devo satisfação? Você só pergunta quando eu permitir que você fale. Agora entra no carro. E você dirige! Tenho que dar uns telefonemas.
Ela acatou na hora, sentou-se no banco do motorista e foi dirigindo, preocupada por acabar sendo vista por algum conhecido naquelas vestes, enquanto eu, no banco de trás do carro fazia alguns telefonemas. Só de sacanagem, falava com as pessoas de uma forma mais calma e meiga, enquanto com ela eu era completamente ríspido indicando a direção para onde ela deveria dirigir.
Em pouco tempo chegamos ao lugar onde seria a nossa deliciosa festa. Ordenei que parasse no estacionamento e que colocasse a máscara. Ela acatou na hora, e saindo do carro me ofereceu a coleira para que eu pudesse guiá-la. Agora completamente obediente, caminhava de forma desconfiada pelo corredor escuro do lugar ao qual eu tinha a levado. Quando depois de uns poucos passos, nos deparamos com uma enorme porta de ferro. Dei três batidas e ela se abriu, revelando um salão com iluminado a velas, com algumas pessoas presas em jaulas, outras sendo espancadas amarradas a um tronco, e uma mulher, também morena, mas com uma pose extremamente autoritária, com dois homens lambendo as suas botas. Quando paramos no salão, essa mulher firmou os olhos em Soraya, se levantou do que parecia um trono e veio na nossa direção.
- Olá, meu senhor! Percebo que é realmente um homem de palavra. Trouxe uma escrava realmente muito boa!
- Eu tinha certeza que você iria gostar dela. E você, cadela? Gostou da Carla?
- Gostei sim senhor…
- É do jeito que você gosta, vadia?
- Sim, meu senhor! Vai me permitir ficar com ela, senhor?
- Você vai servir a nós dois, minha puta!
Carla era um mulherão. Alta, peituda, bunduda, também com cara de moça de família, mas olhar arrebatador. Carla era uma amiga muito especial que eu tinha feito em uma das locações que utilizei para uma filmagem, e que apesar de também não querer participar de um pornô, aparentava bastante fôlego para tal. E mesmo ouvindo suas mais loucas histórias, nunca nos encontramos na cama, mas vendo que as vontades tanto da Carla quanto da Soraya eram iguais, pensei em apresentá-las.
- Nosso quarto está pronto, Dyas. Que tal levarmos essa vassala para lá e dar a ela o que merece?
- Trouxe tudo o que te pedi?
- Sim, Dyas! Está tudo lá!
Apenas sorri para Carla e puxei Soraya pela coleira, levando-a por outro corredor, mas dessa vez iluminado por velas. A luz fraca permitia que apenas vultos fossem vistos. Viam-se grupos de diferentes formas, heteros, homos, bissexuais. Todos compartilhando de uma enorme orgia. Não haviam divisões definidas e visíveis, porém pareciam respeitar algum tipo de ordem. Carla vez ou outra chicoteava alguém pelo caminho, para mostrar que estávamos passando, e como lordes em um reino, os súditos apenas davam passagem, enquanto passávamos, eu e Carla imponentes, Soraya de cabeça baixa e acatando todas as nossas ordens.
Em pouco tempo chegamos ao quarto. A iluminação era provida de tochas, que nos levaram a uma luz mais forte que focava a cama, parecia um cenário medieval de tortura, com algemas, chicotes, mordaças e vendas. O que diferenciava a cena de algo ruim era o fato de estarem disponíveis vários brinquedos como vibradores, plugs, calcinhas de diferentes jeitos e tamanhos, extensores penianos. Soraya olhava àquilo tudo embasbacada. Olhei para o rosto dela e a vi parada, sem conseguir se mexer. Realmente não sou do tipo que aposta, mas se tivesse que, apostaria que aquela tinha sido a sua primeira gozada.
Entreguei a coleira para o controle de Carla, liguei as câmeras que estavam por lá e me sentei em um sofá. Carla, super segura de si sempre, juntou Soraya pela coleira e a puxou. Tirou sua máscara e falou ao pé do ouvido dela de uma forma que eu também ouvisse:
- Pedi a teu mestre uma nova escrava, e ele me trouxe. Em retribuição, hoje sou escrava dele, mas tu ainda é vadia minha e dele, entendeu?
Soraya apenas fez que sim com a cabeça. Carla a puxou e sem muitas delongas lhe deu um longo beijo nos lábios. Soraya retribuía, completamente entregue às emoções. Eu observava a cena sentado no sofá, com um cigarro aceso e de pernas cruzadas. O que mais me excitava naquele momento era o encontro de lábios tão doces que emolduravam rostos tão angelicais se encontrando com tanta volúpia e vontade. Aos poucos suas mãos começaram a explorar o corpo da outra. Vez ou outra Carla me olhava durante aqueles beijos das duas me convidando, mas eu apenas olhava, tragando lentamente meu cigarro.
Carla percebeu o que eu queria, e sentou Soraya na cama. Tirou seus seios de dentro do apertado, porém enorme decote e ofereceu para que ela chupasse. De onde eu estava tinha visão total de Carla de olhos fechados, enquanto Soraya lambia e chupava seus seios deliciosos. Nesse momento, Soraya também me chamava com os olhos para a cama, mas mesmo assim me mantive ali sentado, observando e fumando meu cigarro. Carla, completamente excitada no momento, puxou novamente Soraya, mas dessa vez pelos cabelos e a beijou novamente, mas dessa vez um curto beijo, para jogá-la na cama com violência e, abrindo a parte debaixo de sua roupa parecida com um maiô de vinil, e encaixou sua buceta na boca e Soraya, que nunca tinha feito nada nem próximo, mas com alguns segundos ali, já parecia mestra na arte de chupar uma mulher. Carla gemia alto, curtindo os agrados da minha escravinha deliciosa. Observando a cena, nem percebi que meu cigarro tinha acabado, deixei a bituca no cinzeiro que estava usando e me aproximei. Cruzei os braços ao lado das duas e fiquei ali perto, observando. As duas perceberam minha presença, e senti as duas procurando minha rola dura como pedra por cima da minha calça. Sentia a mão das duas me acariciando, mas mesmo com essa nova tarefa, Soraya não deixava de lamber a buceta de Carla, naquele momento eu a sentia se apoiando em mim para gozar do primeiro orgasmo. Nesse momento, Carla se jogou de lado, o que fez com que Soraya tivesse total acesso ao meu corpo. Soraya veio quente, cheia de vontade para chupar meu pau mesmo por cima da calça, mas Carla a deteve, a puxando pelos cabelos falando:
- Ele manda em mim, mas eu mando em você, vadia. Se você quer rola, vai ter que esperar! Senta ali no canto e fica quietinha!
Soraya no mesmo momento me olhou como se pedisse e muito minha aprovação para que continuasse, enquanto Soraya a puxava pelos cabelos sem deixar que encostasse os lábios sobre minha calça. Dei um sorriso de canto de boca, calmamente juntei tanto Carla quanto Soraya pelos cabelos e falando numa voz tênue, porém firme, disse:
- Minhas queridas… Sem brigar… – E conforme continuei, pausadamente, o meu tom de voz se tornou autoritário e cruel – Já disse que quem manda aqui sou eu! E agora eu quero vocês duas me chupando, quietinhas. Vocês ainda mal sabem o que lhes aguarda essa noite. Soraya! Minha calça. Abra-a!
Soraya, com um sorriso muito provocante, o fez. Abriu minha calça e começou a me lamber por cima da cueca que escurecia a cada lambida e chupada que ela dava, babando todo o tecido azul marinho que cobria minha rola extremamente dura pela situação. Enquanto ela brincava com os lábios, Carla me beijava o corpo. A cintura, a barriga, e ia se incumbindo de tirar a minha roupa durante suas carícias. Eu me sentia um rei entre as duas, que concentravam com vontade suas carícias pelo meu corpo. Depois de me despir por completo, Carla passou a me beijar a boca, enquanto Soraya não tinha tanto trabalho em tirar meu membro duro e inchado, que já tentava fugir desde o início daquelas carícias, da sua prisão de pano. Eu ainda me ocupava com a boca de Carla quando senti a língua quente de Soraya envolvendo a cabeça do meu pau de forma deliciosa. Não consegui conter os gemidos e muito menos o tesão do momento. Puxei os cabelos de Carla quase os arrancando e o beijo passou a ser incrivelmente mais quente. Mordidas, lambidas, chupadas. Carla ofegava ao meu ouvido enquanto minha boca passeava pelo seu corpo, brincando pelo pescoço com a língua, descendo até os seios, voltando aos seus lábios, enquanto Soraya não parava com a minha rola em sua boca. Ela mamava a cabeça me punhetando e acariciando as minhas bolas me deixando completamente louco.
Carla por um momento passou apenas a observar o trabalho de Soraya, que passou a me chupar nos olhando, como se estivesse convidando Carla para dividir o que naquele momento estava sendo seu brinquedo favorito. Carla me beijou nos lábios e foi descendo devagar se juntar à sua nova amiga. Eu passei a afagar seus cabelos, enquanto elas se empenhavam em deixar meu pau inteiro babado, da cabeça às bolas. Eu apenas curtia a visão daquelas duas línguas vermelhas passeando pelo corpo do meu pau, de vez em quando nossos olhares se cruzavam, o que conseguia me deixar ainda mais excitado. Os afagos nos cabelos começavam a ganhar força, e quando menos percebi, já estava as puxando forte pelos cabelos, o que as faziam chupar e babar ainda mais no meu caralho. Nesse momento já não mais sabíamos quem mandava em quem. As hierarquias acabaram se perdendo conforme nosso tesão foi aumentando. Tanto que Soraya já puxava Carla pelos cabelos a fazendo engolir minha rola o quanto conseguisse. Eu já não mais buscava comandar naquele momento. Na verdade, ninguém mais buscava saber quem liderava algo. Carla engolia minha rola aos comandos de Soraya. Soraya atendia ao meu puxão de cabelos e vinha me beijar com vontade. Carla tentava respirar com mais da metade da minha pica tomando tua boca, Soraya voltava para a minha pica e me lambia as bolas. Definitivamente elas iriam me fazer gozar ali, mas quem disse que eu queria gozar primeiro?
Em um momento de lucidez, decidi tomar o controle novamente e puxei as duas para cima. Começamos um delicioso beijo a três, com nossas mãos se encontrando no corpo do outro. Iniciei a despir Soraya, com a ajuda de Carla. Em pouco tempo estávamos os três completamente nús em pé perto daquela enorme cama. As carícias leves e delicadas até então pararam ali. Segurei Soraya pelo braço e a joguei de bruços na cama. Com a cabeça do meu pau pincelei a sua xota por completo e ela me deu a ordem:
- Mete, tesudo! Mete gostoso!
Dei um sorriso e com a mão bem aberta desci com gosto um tapa na sua bunda, e retruquei:
- É você quem manda aqui, vadia?
- Não senhor! Desculpa!
- Carla! O chicote! Ensina a essa vadia a ser uma escrava de verdade!
- Hmmmm… Posso mesmo, Dyas?
Nesse momento, sem falar uma palavra, a olhei sério. Percebendo que a partir dali quem mandaria de fato seria eu, abaixou a cabeça e me disse:
- Desculpa senhor! Vou pegar o chicote agora e ensinar a essa vadia a ser uma escrava obediente como estou sendo pro senhor!
Acompanhei Carla se dirigindo aos chicotes com os olhos, e logo após me dirigi a Soraya, que no mesmo momento desviou o olhar, com medo de outra bronca. Subi na cama, passando minha rola sobre o seu corpo e a algemando em correntes presas à cama, lhe disse no ouvido:
- Você sabe por que está merecendo isso, não?
- Sim senhor! Mereço tua punição por ter sido desobediente!
Carla, que segurava um chicote de tiras de couro, se manteve parada nos observando. Levantei-me e fui em direção a cabeceira da cama, onde estava a cabeça de Soraya coberta pelos cabelos que naquele momento já estavam completamente desarrumados e molhados. Olhei para Carla e ordenei:
- Puna essa vadia! Dê a ela o que ela merece!
Carla, como perfeita carrasca, me fez um sinal com a cabeça afirmando e a cada chicotada que dava, deixava a bunda de Soraya, que era branca e suave, com leves vergões vermelhos. Da cabeceira da cama eu observava a cena, de pau duro, próximo o bastante para sentir o calor da respiração de Soraya, mas longe para que ela me alcançasse com a boca. Soraya naquela posição me suplicava por algo em sua boca, que necessitava demais. Ordenei que Carla continuasse a fazer o que fazia e me aproximei de Soraya, batendo com meu pau no seu rosto:
- É isso aqui que quer, vadia?
- Sim senhor! Suplico! Me deixa te chupar! Preciso te chupar, meu mestre! Preciso te provar que sou tua vadia!
Ela tentava se livrar das algemas as puxando e soltava leves gemidos quando sentia minha rola passeando pela sua face, enquanto suas nádegas eram chicoteadas por Carla. Puxei Soraya pela cabeça e a fiz me engolir. E ela era mestra nisso. Engoliu minha rola até que minhas bolas batessem em seu queixo. Experiente, encaixou com vontade a cabeça do meu pau na garganta, e com a língua lambia as bolas. Quando senti aquilo, ordenei que Carla parasse na hora. Carla atendeu como sempre, e prestativa, me perguntou quais seriam suas novas ordens. Em poucas e tremidas palavras por conta do tesão que aquela puta me proporcionava, disse:
- Chupa essa vagabunda. Chupe ela agora!
Tínhamos combinado antes de tudo que Carla não faria isso. Até cheguei a imaginar que nossa brincadeira tinha chegado ao fim ali, mas para minha surpresa, Carla foi se colocando embaixo de Soraya em um 69 e começou a chupá-la violentamente, como se quisesse engolir a buceta dela. Soraya, que chupava meu pau sem parar, naquele momento se rendeu, e jogando o rosto para o lado, se livrou da minha pica e berrou. Depois daquele berro, ela não mais parou de gemer alto, e passou, sem minha permissão a chupar a buceta de Carla com a mesma intensidade. Eu iria ordenar que voltasse ao meu pau, mas a cena estava mais que perfeita. Aquelas duas se comendo tão gostoso me fez parar qualquer ação que eu fosse ter e simplesmente fiquei como expectador. Carla estava maldosa. Metia os dedos na buceta de Soraya com força enquanto lambia seu grelo, e Soraya, desesperada, não podia fazer nada a não ser gemer com a boca em cima da buceta de Carla. Eu passei a achar realmente injusta aquela situação, e decidi liberar Soraya da sua prisão. Mal soltei uma das suas mãos e ela passou a retribuir a maldade de Carla na mesma moeda. Com os dedos, fincava com vontade na buceta de Carla deixando-a completamente arregaçada. Aquilo estava se tornando aos meus olhos a briga mais deliciosa de se ver.
Como eu não poderia deixar de ser sacana naquele momento, peguei um vibrador, liguei na potencia máxima e o passei pelos lábios de Carla, que não conseguia se concentrar em dar o troco em Soraya. Com o pouco de forças que lhe restava no momento, segurou aquela rola de borracha do tamanho da minha rola, e começou a enfiar devagar na xota de Soraya que perdeu o controle na hora, e novamente estava em desvantagem. Podendo se concentrar mais, enfiando e tirando o cacete de borracha em Soraya, voltou a lamber seu grelo. Soraya urrava já quase sem sentidos. Eu continuava como mediador da brincadeira, e puxando pela cabeça, fazia Soraya voltar a chupar Carla. Ela se esforçava, e entre gemidos e berros, voltava às mesmas ações com os dedos e a língua. Como Soraya estava em uma posição privilegiada para fazer com que Carla sofresse suas investidas, sorrateira, deu um jeito de reverter as coisas a seu favor. Tirou o vibrador de Soraya, que pingava o mel delicioso da buceta dela e o enfiou no seu rabo. Foi o bastante para Soraya quase se desfalecer sobre o corpo de Carla.
Carla, maldosa como sempre, deixou apenas as bolas do cacete de borracha pra fora, e puxando a bunda de Soraya, encheu a boca na sua buceta. Naquele momento pensei que Soraya jogaria a toalha e deixaria se vencer por Carla, mas o que vi foi uma mulher completamente louca, e fez o mesmo que Carla, mas com os dedos. Gemidos e berros abafados tomavam todo o lugar. O cheiro de buceta exalava pelo quarto como flores em um campo vasto. Eu apenas assistia a luta, sem encostar em meu pau, que babava de vontade de estar participando daquele jogo, mas a curiosidade de saber quem faria a outra gozar mais rápido me fez ficar ali assistindo. E num instante vi as intensidades das carícias aumentando e aumentando até que como se tivesse ocorrido uma explosão, as duas foram parando aos poucos. Carla tirou devagar o consolo do rabo de Soraya, que apenas acariciava as coxas de Carla, e via ali, depois do gozo ao mesmo tempo, um sinal de trégua entre as duas. Eu ainda embasbacado pelo que tinha visto, continuei parado no mesmo lugar sem esboçar reação.
Soraya se jogou de lado na enorme cama, e procurando o rosto de Carla com os olhos, a olhou e sorrindo falou:
- Gozar com borracha e língua não dá, né, amiga?
- Concordo. Preciso de uma pica pra me acalmar. Ainda estou numa vontade.
- Eu iria falar o mesmo. Você não acha que fomos boazinhas demais até agora?
- Pois é. Acho que tem um produtorzinho pornô barato que está precisando de uma bela lição.
As duas nesse momento se voltaram a mim. Eu de rola dura, parado em frente as duas, apenas as chamei com os olhos. Soraya levantou e veio na minha direção. Beijou-me a boca, acariciou de leve o meu pau, e carinhosamente me puxou pela mão até a cama. Deitando na cama, comecei a beijar a boca de Carla, sentindo a boca de Soraya passando pela minha nuca, me fazendo arrepiar. Carla me beijava acariciando minha rola de leve como Soraya o tinha feito. Delicadas, me faziam carícias pelo corpo, me fazendo esquecer todo o papo que elas tinham tido. A troca de beijos estava realmente deliciosa. As duas me deixaram entre elas, passeando com as pernas sobre as minhas, acariciando meu pau bem de leve e me beijando suave e deliciosamente. Só fui perceber o plano malévolo das duas quando ouvi o click das algemas e o metal pré aquecido por Soraya nos meus pulsos. Sorrindo, as duas se entreolharam por cima de mim e se levantaram da cama. Quando Carla terminou de levantar, se deu conta que a cama possuía algemas para os pés também. De senhor, a mero brinquedo.
Soraya e Carla me vendo completamente algemado sorriam. Eu observava e sabia que seria incrivelmente torturado pelas duas. Foi quando começaram a se insinuar na minha frente, se tocando, trocando beijos, chupadas. Posso afirmar que as duas estavam sendo completamente cruéis com aquelas ações. Meu pau pulsava como nunca. As veias o tomavam completamente. A cabeça inchada dava a impressão que iria explodir, e a cada pulsada, ele babava, chegando a pingar no meu corpo. Naquele momento o que eu mais queria era gozar naquelas duas, e gozar muito.
- Soraya, agora começa o sofrimento do nosso amigo. Trouxe umas coisas aqui que simplesmente vai tirar dele essa fama de nunca pedir água.
- Hmmmm. Posso ver?
E com isso, Carla pegou uma sacola, escondida embaixo da cama. Era uma sacola pequena, e eu não conseguia nem imaginar o que tinha dentro. Elas se voltaram de costas pra mim e começaram a esvaziá-la. Em poucos segundos se voltaram a mim, com as mãos cheias de pequenas coisas e frascos. Carla foi a primeira a utilizar o que trazia. Pegou um grosso anel de borracha cuja espessura parecia ser quatro vezes menor que a do meu pau. Esticando bem, começou a passar pelo meu pau, soltando bem rente às minhas bolas. Eu via o meu pau dobrando de espessura a cada intensa pulsada que dava. Soraya, por sua vez, pegou um frasco, pingou algumas gotas no meu pau e as duas juntas foram espalhando aquele gel que aquecia a minha rola de forma impressionante.
- Hmmmm. Gel que esquenta? – Perguntei
Enquanto passava o gel junto com Soraya, Carla retrucou:
- Não, bobinho. Retardante de ejaculação. Tu vai pedir água, e vai pedir hoje, Dyas! Sempre disse pra você que a primeira vez que estivesse no quarto contigo eu iria te fazer sofrer, e não importa como, mas iria tirar esse seu mito de nunca pedir água.
Eu sorri como que se estivesse tirando sarro, foi quando Soraya complementou:
- E a idéia foi toda minha. Você deveria apagar as mensagens que envia do seu celular, sabia? Eu e a Carla já estamos tratando disso há um bom tempo. Você deveria parar de subestimar tanto o poder feminino, bobinho.
E acabando de dizer isso me deu três tapinhas na cara ainda melada com o gel que passava no meu pau. Nesse momento percebi que de nada adiantariam argumentos. As duas estavam preparadas a me dar uma real surra.
Ficando de quatro, com as bundas voltadas a mim, as duas se colocaram com as bocas próximas ao meu pau e passaram a assoprar. Aquele gel aquecia cada vez mais minha rola, me fazendo urrar e puxar as algemas com força, tentando escapar dali. Elas gargalhavam enquanto eu me contorcia todo, e continuavam aquela tortura estonteante. Quando perceberam que o gel tinha secado, começaram o que realmente eu chamo de crueldade. Derramaram outro gel, fazendo com que escorresse até as minhas bolas, e começaram a usar os seios para espalhar. Uma de cada vez, iam deixando minha rola brilhando com aquele líquido. Depois disso, as duas começaram a me lamber. Devagar, segurando minha rola, me davam um banho de língua que me fazia perder o ar. E conforme aquele novo gel agia, eu sentia uma sensação de gelado na minha rola. Halls preto realmente não era nada perto daquilo. Soraya utilizava vez ou outra seus dotes de garganta profunda e me engolia até o anel de borracha, enquanto Carla me lambia as bolas. O suor frio e arrepios me tomava o corpo.
Carla foi a primeira a se levantar, e de costas, encaixou meu cacete na sua buceta, que naquela hora já estava o dobro do que costumava ser. Sentando devagar e se apoiando nos meus joelhos, desceu gemendo alto até o anel tocar seu grelho. Eu sentia aquela buceta tão apertada quanto o anel e urrava de prazer. Soraya, malvada, chupava minhas bolas, puxando-as na sua boca. Carla subia e descia me dando total visão daquele rabo enorme e delicioso. Soraya, depois de muito lamber minhas bolas, simplesmente saiu de lá e sentou no meu rosto. O ar que me sobrava naquele momento acabara por completo, mas mesmo assim eu conseguia dar atenção àquela bucetinha deliciosa, lambendo aquele grelo que ela fazia questão de mexer gostoso na minha boca.
Não percebi quando Carla se virou de frente para Soraya, sem tirar minha rola de dentro dela. As duas se abraçaram em cima de mim e passaram a se beijar deliciosamente, enquanto rebolavam, uma na minha boca, outra na minha rola. Eu queria gozar, juro que queria. Meu pau duro daquela forma por tanto tempo me fazia sentir vontade de desmaiar, mas não conseguia gozar com tudo aquilo. Nós três gemíamos como loucos. Carla sentava com gosto no meu pau e rebolava, fazendo o anel coçar o seu grelo e meu pau pulsar ainda mais dentro dela. Soraya deixava bem aberta a buceta na minha boca, deixando apenas a pele lisa para minha língua desbravar.
Senti Carla gozando pela primeira vez. Sua buceta simplesmente se trancou no meu pau. Ela se apoiava em Soraya, que a ajudava, lambendo seus peitos, mas sem deixar o caminho aberto para a minha língua. Carla tremia de tesão. Se agarrava onde podia enquanto gozava no meu caralho. Depois daquela gozada foi a vez de Soraya experimentar o monstro que tinham criado. Naquele momento, com a boca livre, pude tentar dialogar e tentar sair ao menos daquelas algemas:
- Por que não me soltam e não me deixam brincar também?
- Por que você é nosso brinquedo, cachorro! E agora calado! Vou te comer gostoso agora! Já gosto desse seu pau. Grosso desse jeito ainda, vou ficar mais louca por você!
E falando isso, Soraya ajeitou meu cacete na sua buceta, e sem colocar os joelhos na cama, foi descendo e engolindo meu caralho todo. As algemas já criavam marcas fortes no meu pulso. Eu me agarrava nas correntes e urrava. Meus urros só foram brecados pela buceta de Carla, que já se colocava na minha boca e queria mais. Eu estava simplesmente perdido com as duas ali. Soraya pulava e rebolava no meu cacete de tal forma que me deixava louco.
As duas não estavam para brincadeira, e Soraya, a mulher que queria ser escrava, me provou até onde estavam querendo ir. Tirou o meu cacete da sua buceta, e permanecendo na mesma posição, encaixou o cuzinho na minha rola. Carla apenas rebolava na minha boca, não me deixando ver nada do que acontecia. Eu só sentia aquele buraco quente e apertado tentando ser preenchido de qualquer forma pelo totem que tinha se transformado o meu pau. Pude perceber por um momento que Soraya se apoiava em Carla. Senti que Soraya respirava fundo, como se preparando para algo. E, numa sentada apenas, engoliu meu caralho todo com o rabo. Aquela sensação fez com que gritássemos ao mesmo tempo, e eu, louco de tesão, segurei forte as algemas e puxei. Na puxada, elas se soltaram da cama. Urrando como um lobo faminto atrás de suas presas, completamente fora de mim, joguei Carla pro lado com violência, a fazendo quicar na cama. Tirei Soraya do meu colo a jogando para o mesmo lado de Carla, me libertei o mais rápido possível das algemas e me coloquei de pé na cama.
A minha feição no momento deveria ser a menos humana possível. Eu as via com medo, querendo se proteger, mas eu não mais controlava meus movimentos. Juntei Soraya, que estava mais próximo de mim pelos cabelos e comecei a fuder a sua boca literalmente a fazendo sua cabeça ir e voltar contra o meu pau rapidamente. Sentia Soraya engasgando e via Carla atônita com o que estava acontecendo. Quando meus olhos encontraram os olhos dela, joguei Soraya de lado e juntei Carla pelo braço. Tirei-a da cama e a joguei contra uma parede, de costas para mim. Encaixei minha rola na sua buceta e comecei a meter forte, fazendo o som de bate estaca ecoar pelo quarto.
Soraya ainda recuperava o fôlego, quando joguei Carla na cama ao lado dela, e com as pernas dela nos meus ombros, enfiei a rola com gosto até o anel sumir dentro da sua buceta.
- Chupa ela! – Disse aos berros
- Mas..
- Sem mais nem meio mais, vadia! Chupa essa vagabunda, porra! Tô mandando, caralho!
Soraya lentamente se colocou sobre Carla, lambendo o grelo dela bem devagar. A minha fúria não dava a mínima pista de quando iria terminar. Juntei Soraya pelos cabelos e esfreguei seu rosto na buceta de Carla que ainda recebia minha rola e disse:
- Chupa direito, vadia! Chupa essa puta! Você sempre quis brincar com o perigo? Então tá aí, puta! Agora me agüenta, vadia!
Ela tentava falar algo, mas não conseguia, até o momento que conseguiu virar o rosto um pouco e falar:
- Para Dyas! Estou com medo! É só uma brincadeira…
- Brincadeira? Vou te mostrar o que é só uma brincadeira, vadia!
Carla que berrava com minha rola atolada até as bolas na buceta deu um suspiro de alivio quando a sentiu saindo. Soraya tentava escapar. Já tinha saído da cama quando eu deixei a xota de Carla. Ela estava para juntar as roupas quando a puxei pelo cabelo e a joguei no chão, a fazendo cair de quatro. Quando ela pensou em fugir, a peguei pela cintura e a montei. Soquei minha rola na sua xota com vontade. Ela tentou fugir ainda por um bom tempo, mas se rendeu, e o que eram os pedidos para que eu parasse acabaram virando gritos e gemidos de prazer. A senti gozando umas duas vezes no meu caralho só naquela pegada. Eu sentia Soraya bambeando as pernas, mas mesmo assim eu não parava sequer um segundo, fazendo meu saco ir de encontro àquela buceta maravilhosa. Carla se masturbava como louca usando o vibrador na cama. Ela nos observava e socava forte o vibrador, gozando tudo o que tinha direito.
Decidi chamá-la para o chão, e ordenei que trouxesse o vibrador tirei meu pau e ordenei:
- Mete o vibro na buceta dessa vagabunda.
- Dyas! Não to mais agüentando. Sério! Você tá acabando comigo!
- Cala a boca, vadia! Vai, Carla! Mete a porra desse vibrador na buceta dessa vagabunda!
Carla nem quis argumentar. Socou o vibrador de novo inteiro na xota de Soraya, se deitou embaixo dela e voltou a chupá-la. Eu peguei Soraya pela cintura e só posicionei minha rola no seu cuzinho. Ela deu um pulo tentando escapar, e na fúria a puxei de volta. Na puxada, meu pau entrou quase a metade no rabo dela. Senti que tinham colocado meu pau em uma camara de pressão. Aquele rabo me apertou de tal forma que berramos muito alto. Ela berrava pra tirar, e eu continuava colocando. Coloquei até as bolas, com toda a maldade que eu poderia sentir no momento. Carla não parava com a boca na buceta dela e socava com gosto o vibrador na sua buceta. Na mesma vontade de Carla, eu socava minha rola, sem perdão algum no cuzinho de Soraya. Soraya berrava, pedia para parar, tentava escapar, e num berro alto e agudo, a senti simplesmente desmoronando sobre o corpo de Carla. Uma gozada tão intensa que a fez quase dormir ali. Tirei minha rola do seu rabo, puxei o vibrador da buceta dela, peguei Carla pelos cabelos, a joguei na cama, soquei o vibrador na sua xota e fiz o mesmo que tinha feito com Soraya.
Carla que até então estava sorrindo, fazendo Soraya sofrer, passou a tomar do mesmo remédio. Eu já sentia minha rola pulsando querendo jorrar, e isso me fez meter mais intensamente ainda. Soraya que viu a situação de Carla, tendo o rabo simplesmente dilacerado pela minha rola, ao invés de ajudar, tentando me tirar, se vingou. Posicionou-se embaixo de mim e começou a socar o vibrador na mesma violência. Senti que em tão pouco tempo tinha se recuperado da intensa gozada e percebi estar socando o vibrador nela e se masturbando ao mesmo tempo. Peguei outro vibrador que tinha ali perto e bati com ele na cara dela. Ela o pegou e sentada ali, foi enfiando na buceta e continuou socando o outro na Carla.
Eu senti que minha porra estava muito próxima e tirei meu cacete de dentro daquele rabo que agora tinha a circunferência do meu pau. Soraya continuou socando um vibrador nela tirou o outro da buceta e enfiou no rabo de Carla quando viu que eu estava subindo na cama. Enquanto ela se ocupava em encher os buracos de Carla, eu a puxava pela cabeça e a fazia chupar a minha rola. Com algumas bombadas, minha porra jorrou com força, quente e viscosa na boca de Soraya. Ela tentava engolir tudo, mas não conseguia. Minha porra escorria pelos seus seios, molhava seu rosto, pingava na bunda de Carla, e essa sentindo meu líquido, urrou gozando deliciosamente com a ajuda da amiga. Segurei ainda o que tinha pra jorrar, puxei Carla pelos cabelos e a fiz também tomar na boca. Soraya que não quis perder nem um pouquinho se juntou e tomava o que restava do meu cacete. Aos poucos meu pau ia amolecendo, e perdendo aquele vigor. Carla e Soraya trocavam minha porra aos beijos, enquanto eu estremecia, perdendo o equilíbrio e caindo no chão, junto com as duas. Os três nus acabaram adormecendo no chão mesmo.
Depois que acordamos, umas nove ou dez horas depois, olhamos um ao outro e rimos, e durante as juras de fazer tudo novamente, olhávamos a tudo o que as câmeras que eu tinha levado, registraram. Infelizmente não será um filme que ira às prateleiras, mas que merecia um Oscar pornô, isso merecia.

Fonte: www.naonaopara.virgula.uol.com.br 
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Casas de swing Brasil afora

01 de fevereiro

O blog Testadores de Camisinha, no site da Prudence, (leitura obrigatória diária para mim) publicou ontem um post sobre o Swing-se.Como o nome já diz, o blog destina-se ao universo da prática de swing. Por lá, tem de tudo: contos, historinhas, fotos, quadrinhos.

Mas o que eu achei bacana (e os Testadores também), é o mapa das casa de swing que o blog está montado com a ajuda dos leitores, claro. Quem é adepto da prática, pode passar por lá e ver onde fica a casa mais próxima. Dá também para programar uma viagem com base nessa informação.

Dá uma olhadinha aqui.

Bacana, né?

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Leitura para o fim de semana: Trilogia Suja de Havana

28 de janeiro





Hoje é sexta-feira e eu imagino que vocês já estejam cheios de planos para o fim de semana. Afinal, é janeiro, verão, e a vida está aí, linda linda para ser vivida. Mas quem quiser descansar na rede, no quarto com ar condicionado, ou ter algo bacana para ler na praia, eu tenho uma sugestão. Estou falando do livro Trilogia Suja de Havana, de Pedro Juan Gutiérrez.


Não se trata de um livro de contos eróticos, como seria uma indicação mais obvia. Mas seu texto é repleto de um conteúdo sexual fortíssimo. E quando falo em conteúdo sexual fortíssimo, falo de sexo brutal, violento, meio animalesco, sem nenhum (NENHUM) pudor. E, como o título já diz, sujo.


Pedro Juan, personagem principal do livro e alter-ego do autor, é um típico macho latino, que faz sexo alucinadamente com as mais diversas parceiras e vive de pequenos bicos. Participa de infinitas orgias, regadas as muito rum.


No entanto, o livro também é um retrato de Cuba na década de 90,uma das épocas mais rígidas do embargo norte-americano ao país. Miséria, fome, escassez e falta de esperança são temas fortemente abordados na obra. Mas o texto em momento algum é amargo. Temas como jogos clandestinos, o comércio da maconha, as filas e o êxodo para Miami aparecem no relato do autor, descrente do amor e da Revolução. 

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Quem conta um conto: Futebol e Cerveja

27 de janeiro

Apimentados, 


Hoje resolvi compartilhar mais um conto delicioso que li na web. O de hoje, é do Blog da Delicious, no site das camisinhas Prudence. Aliás, o site é muito bacana. Vale conhecer!


Bom, como contei para vocês no post do Meu Garotão, poucas coisas me dão tanto tesão quanto a mistura homens, futebol e cerveja. E o conto de hoje fala exatamente sobre isso.


Boa leitura!





Futebol e Cerveja




Era final de campeonato, e todos estavam no bar assistindo o jogo e bebendo muita, mas muita cerveja. Fiquei o tempo todo ao lado de um amigo do meu ex, um cara pra quem eu sempre arrastei uma asa desde que o conheci. Ajeitei-me no ombro dele e ele acariciava a minha cabeça. Tudo o que ele falava soava baixinho em meu ouvido. Aquilo me enlouqueceu mas resisti, pois esperava uma atitude dele. Continuamos com a bebida, o que nos deixou bem soltos.
Saímos do bar e ele convidou a galera toda para ir à sua casa. A sala estava escura, a TV então foi ligada e sentamos todos no sofá. Aproveitando a luz apagada, vi sua mão apertando minha cintura. Logo ele me chamou com a mesma voz baixinha no ouvido para irmos até os fundos da casa, onde o céu era aberto e ninguém iria nos ver. Conversamos um pouco, mas logo ele chegou por trás e então percebi o quão duro aquele membro estava por minha causa.
Não aguentei, e comecei a acariciá-lo, batendo uma pra ele. Em seguida ele se abaixou e começou a beijar minhas coxas. Subiu mais um pouquinho, virou o fundo da calcinha pro lado e deu aquela lambida maravilhosa. Claro que percebeu como estava excitada! E então continuou. Me fez gozar ali mesmo, com aquela língua macia. Logo revidei, comecei a chupá-lo e não deu outra: pegou-me e me virou contra a parede, levantou meu vestido e o “vai e vem” começou. Logo me virei de frente pra ele, que entrelaçou minhas pernas junto ao seu corpo, fazendo com que eu me derretesse de tanto tesão. Aquela mão deslizando pelo meu corpo me fazia gemer. Acariciava-me e eu gritava de prazer. Nessa brincadeira, perdi a conta do quanto eu gozei. Aquela sensação maravilhosa se estendeu por muito tempo, nem vi o tempo passar.
Dormimos do jeito que estávamos. Um feixe da luz do sol que entrava pela fresta da janela tocava aquele corpo maravilhoso. Ele logo acordou, com a cara amassada e um sorriso lindo. Começou a me beijar, me agarrava com força e eu… É claro que não ia recusar.
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Contos da Pimenta: Almoço de sexta

26 de janeiro

Ele: oi gatinha
Eu: oi
tudo bom?
Ele: mais ou menos…
Eu: pq?
Ele: to de ressaca e de pau duro
Era sexta-feira de manhã. Eu estava no trabalho e ele também. O Fábio era um caso antigo, que foi muito intenso durante um tempo, mas já tinha esfriado nessa época. Mas a gente continuava se pegando de vez em quando e era sempre incrível. 
Eu: que delícia gatinho…
Ele: juro, galudão.
to com vontade de sair daqui e fuder em qualquer lugar.
Eu: quer almoçar comigo?
Ele: não. quero almoçar você.
Eu: é disso que eu estou falando né, bobo
me pega aqui 12h30?
Ele: vamos perder tempo assim
melhor nos encontrarmos lá.
Eu: onde?
Ele: Lapa. quase na Glória. vou te mandar o link.  



Cheguei pontualmente às 12h30, horário que marcamos, na porta do motel que ele indicou. Ele já estava lá, de terno e gravata. Um gato!
- Vamos entrar? – Ele me perguntou com cara de tesão.
Motel no centro da cidade me deixa muito excitada. Tem um quê de decadência, meio trash, meio puta. Também tem aquele constrangimento de chegar a pé, passar pela recepção. Mas encontrar o gato para uma rapidinha na hora do almoço sempre foi um fetiche meu.
A parte constrangedora da recepção eu deixei por conta dele. Afinal, pra essas coisas é bom fazer a mulherzinha, né? Subimos de elevador até o quarto. Ele abriu a porta e falou:
- Ta do seu agrado?
Na hora, caí na risada. Essa era uma frase que ele usava sempre para me fazer rir. Normalmente depois do sexo, ou logo que me mostrava o pau, antes de começarmos a transar. Era uma piada interna nossa.
Ele tirou o paletó, pendurou na cadeira e começou a tirar a gravata. Eu parei na frente dele e tirei os sapatos. Olhei para ele e comecei a abrir o vestido. Ele tirava a camisa… Assim, nos olhando, tiramos a roupa toda, sem tocar um no outro. Realmente, ele estava de pau duro. “Galudão” como ele disse.
Eu adorava ficar olhando para o Fábio nu. Ele era um gostoso. Ficava realmente muito bonito pelado. E as caras que ele faz quando está com tesão são as melhores. Nessas horas dava para ler nos olhos dele que ele queria muito me comer.
Esse momento de ficarmos nos olhando sem nos tocar não duro mais do que 30 segundos. Rapidinho ele já estava com as duas mãos na minha bunda, com força, e beijando o meu pescoço.
Ele me levantou e eu passei as pernas ao redor da cintura dele. Enquanto íamos andando até a cama, nos beijávamos e ele corria a ponta dos dedos da minha buceta para o meu cu, voltava, e depois ia de novo.
Me colocou deitada de costas na cama, se ajoelhou no chão e começou a fazer sexo oral em mim. Deixei ele me chupar um tempinho, mas não podíamos perder muito tempo. Então puxei ele para cima, empurrei-o para que deitasse na cama. E fiquei de quatro, com os quadris próximos à cabeça dele e comecei a chupa-lo. Ele puxou uma das minhas pernas para o outro lado da cabeça e começou também a lamber a minha buceta.
Ele me chupava com prazer, indo da vagina ao anus e voltando, lambendo o meu clitóris. Enquanto isso, passava as duas mãos na minha bunda. Ao mesmo tempo, eu enfiava o pau dele fundo na minha boca. Depois subia e fazia movimentos circulares com a língua na cabecinha.
Foi então que ele me empurrou e rolamos na cama. Quase sem nos soltar, invertemos as posições. Agora, ele estava de quatro em cima de mim, e eu deitada na cama.
Eu conheço o Fábio há tempos e sei muito bem o que ele quer quando fica nessa posição para mim. Continuei chupando o pau dele por um tempo mas logo passei a lamber o saco. Fui subindo, correndo a pontinha da língua pela “terra de ninguém” até chegar no cu dele.
Me lembro que quando começamos a sair isso era um tabu para ele. Hesitou durante algum tempo mas já na primeira vez que eu lhe dei um “beijo grego”, ele adorou. Teve uma vez em que até gozou. Estávamos exatamente nessa posição e ele esporrou nos meus peitos. Foi uma delícia.
Mas nesse almoço eu queria que ele gozasse dentro de mim. De preferência, que gozássemos juntos, já que não teríamos tempo para transar mais de uma vez. Então era hora de parar com aquela brincadeira e partir para o “vamos ver”.
Quase que por transmissão de pensamento, ele se virou e me beijou com muito tesão na boca, enquanto se acomodava entre as minhas pernas. Eu adoro esse beijo, logo depois do 69. Bem babado, com gosto de pau, cu e buceta. Tudo misturado.  
Na verdade, essa sintonia no sexo que eu e o Fábio temos não tem nada a ver com transmissão de pensamento. É fruto de muita intimidade, construída ao longo de meses e meses de fodas maravilhosas.
Eu puxava ele pela bunda para dentro de mim. E ele entrou com força. Gritei de desejo nessa hora. Pra mim, não tem nada como quando o pau entra pela primeira vez. E ele continuou assim, me fudendo com força. E mais força. E eu gritando. Sim, estava me machucando um pouquinho. Mas estava bom demais.
Ele olhava para mim e puxava o meu cabelo. Eu olhava para ele e arranhava as costas dele, apertava os braços dele. E eu gemia.
Até que gozei. Gritando. E tremendo inteira, da cabeça aos pés.
- Gozou, gatinha?
Ele parou e deitou do meu lado. Eu adorava como, no meio de tanto tesão, ele tinha o tato de ser fofo. Eu também adorava como ele fica imensamente feliz de me ver gozando.
- Então descansa um pouquinho.
Ele ficou um tempo me beijando, passando a mão pelos meus seios. De repente, parava e sentia o meu coração, que estava acelerado como se eu tivesse corrido uma maratona.
Mas esse descanso não durou muito tempo. Logo ele me virou de bruços e deitou em cima de mim. Correu a mão da minha buceta para o meu cu e avisou:
- Vou comer seu cuzinho, ta?
Ele ficou um tempo brincando por ali. Pegava a lubrificação da minha vagina e levava até o anus. Enfiava um dedo. Molhava os dedos com a minha saliva. Enfiva dois. Eu estava completamente relaxada, e ele começou a meter o pau. Entrou fácil fácil. E gostoso. Sem doer, do jeito que poucos caras sabem comer um cu. Mas o Fabio era mestre nessa arte.
Então ele levantou o meu quadril e me colocou de quatro. E continuou metendo no meu cu. Mas nessa posição não tem jeito, em pouco tempo ele estava gozando.
Hora de tomar um banho rápido, pagar a conta e voltar à realidade. Difícil é se concentrar no trabalho depois de uma hora de almoço como essa.
  
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Contos da Pimenta: No chão da cozinha

25 de janeiro

Eu: oi
Ele: oi
tudo bem?
Eu: tudo, e vc?
O que vc ta fazendo?
Ele: tudo bom.
nada, cheguei em casa agora.
pq?
Eu: to entendiada.
queria conversar.
me conta uma novidade.
como está a pousada?
(hummm… entediada? sei…)
Ele: tudo certo. sucesso total!
olha, vou desligar aqui agora
preciso comer alguma coisa e tomar um banho
te ligo mais tarde
quem sabe não tiro o seu tédio hoje?


O Lucas era um flerte meu. Nos conhecemos num bar, trocamos telefone, nos adicionamos no Facebook e mantivemos o contato assim por umas duas semanas. Saímos uma vez para tomar um chope, trocamos uns beijinhos e só. Logo depois ele voltou com a ex. O tal recomeço deles não durou nem um mês. Para a minha sorte!
Naquela noite eu estava sozinha em casa. Era uma noite de verão e estava muito quente. Eu resolvi abrir uma garrafa de vinho branco, liguei o ar condicionado e sentei em frente ao computador para checar meus e-mails. Logo o Lucas apareceu online e eu não resisti. Eu sabia que ele estava solteiro e resolvi dar uma cutucada.
Quando ele disse que estava indo tomar um banho e me ligaria em seguida, corri para o chuveiro também. Eu já estava toda molhada só de imaginar o que poderia acontecer naquela noite.
Foi só o tempo de me enrolar numa toalha e o telefone tocou.
- Alô?
- Oi. E aí, entediada ainda?
- Um pouco menos agora. Abri uma garrafa de vinho branco. Quer vir aqui tomar uma taça?
- Chego aí em cinco. 
Juro, ele chegou em quatro minutos. Foi só o tempo de colocar uma calcinha (micro) e uma regata, passar uns creminhos, um perfume e o interfone tocou. Abri a porta assim mesmo.
- Desculpa, você chegou tão rápido que não deu tempo d’eu me vestir. Você não se incomoda né? Quer uma taça de vinho? Vamos lá?
Sem nem esperar a resposta dele, me virei e fui andando até a cozinha para pegar a garrafa. Ele ficou parado me olhando. Me virei, é claro, para ver a cara dele. Ele quase babava olhando para a minha bunda. Adorei.
Entrei na cozinha, peguei duas taças e logo percebi ele chegando. Comecei a encher a primeira taça e senti ele se encostando atrás de mim. Impossível não reparar no pau duro encostando de leve nas minhas costas. Em seguida, a pressão aumentou um pouco. Ele colocou as mãos na minha cintura, me puxou para perto dele e falou no meu ouvido:
- Você ta de sacanagem me recebendo assim né?
Me virei e olhando para ele disse:
- Eu? Te falei que não deu tempo de me vestir. Mas posso botar um short se você quiser.
- Botar? Você não vai botar mais nada hoje – ele falou já tentando tirar a minha blusa.
- Espera um pouquinho, vamos tomar essa taça, pelo menos.
Eu não queria esperar nada. Na verdade, por mim, nós teríamos transado no chão da sala, assim que ele entrou na minha casa. Mas a sensação de senti-lo me olhando e me desejando era irresistível. Então peguei a minha taça, me virei e fui andando até a sala.
Sentei no sofá, cruzei as pernas e comecei a conversar sobre amenidades com ele.
- Ta quente né? Nossa, acho que no ano passado não fez tanto calor assim…
Ele respondia monossilabicamente. E me devorava com os olhos. Mas tentava manter uma certa distância. Ele percebia que eu estava apenas provocando ele. Continuei assim até a taça terminar.
- Vou buscar a garrafa – falei já levantando para ir até a cozinha.
Comecei a andar e logo percebi que ele estava colado atrás de mim. Apoiei as taças na mesa e senti ele correu a mão pelas minhas costas, me pegou pela nuca e me beijou. Foi um beijo longo e delicioso. A essa altura, eu já estava explodindo de tesão. Ele tirou a minha blusa e eu comecei a abrir a bermuda dele.
- Peraí. Eu quero te ver sem nada.
Quando ele falou isso, fiquei louca. E me arrependi de não estar toda vestida para fazer um strip para ele. Mas tirei a calcinha como quem abre um presente. E ele deu um passo para trás para me ver.
         
A forma como ele me olhava era um tesão. Ainda de longe, ele me virou.  Aproximou a cabeça e me beijou na nuca e no pescoço. Depois me virou de novo. Tirou a camisa e me puxou para perto dele. Ele tinha um peitoral delicioso. Liso, quase sem pelos, do jeito que eu gosto.
         
Ficamos nos beijando. Ele passava a mão pelos meus seios e às vezes parava para me olhar e repetia:
         
- Linda, linda…
E depois, cheio de tesão falava:
- Gostosa!
E continuava me beijando e correndo a mão pelo meu corpo inteiro. Não resisti e comecei a abrir a bermuda dele. Tirei toda e também dei um passo atas para olhar para ele. Meu Deus, que delícia. E que pau lindo que ele tinha. Grande, duro. Não resisti, tive que chupa-lo.
         
Fui beijando o corpo dele todo. Começando pelo pescoço, descendo pelo peito. Gastei um tempinho nos mamilos, percebendo que ele estava adorando. Desci pelo abdomen, beijando e lambendo até chegar na virilha. Lambi de leve com a pontinha da língua e fui até o saco. Segurei com uma das mãos e lambi com vontade. Depois corri a pontinha da língua da base do pau até a cabeça e coloquei tudo na boca, de joelhos no chão. Ele agarrava o meu cabelo e guiava os meus movimentos. E eu chupava. Delirando de tesão.
         
Até que me puxou para cima, me levantou, pegando com força a minha bunda e falou no meu ouvido:
         
- Quero te chupar também, gostosa.
         
Ele me colocou em cima da pia. Eu apoiei os pés no ombro dele e ele começou a me chupar. Do jeito que eu gosto, com a pressão certa no clitóris, lambendo muito, enfiando a língua. Com calma… E ficou assim por um bom tempo. Tempo suficiente para eu ter o primeiro orgasmo da noite.
         
Era hora de retribuir o favor ao rapaz, certo?
Desci da pia, colada nele. E disse:
- Deita.
         
Ele obedeceu sem pestanejar. Deitou com a barriga para cima, as mãos atrás da cabeça e o pau duro na vertical. Lindo! Eu adoro homem que tem pau bonito.
         
Fique de quatro em cima dele, apoiei uma das mãos no chão. Com a outra, fui conduzindo o pau dele para dentro de mim. Eu estava tão molhada que entrou fácil fácil. E gostoso. Nossa, como entrava e saia gostoso. Ficamos assim por um tempo, até que meus joelhos começaram a doer. Apoiei os pés no chão e sentei em cima dele. E fui subindo e descendo. Eu sabia que ia gozar rapidinho se ficasse assim por mais muito tempo. Mas eu queria gozar com ele então resolvi avisar.
         
- Gato, assim eu vou gozar de novo.
- Não, agora você vai gozar comigo.
         
Ele me virou e veio par cima de mim. Senti o pau dele entrar fundo. Ele fazia uma cara muito sexy metendo em mim. Me dava muito tesão. Ele levantou uma das minhas pernas e eu comecei a sentir o pau dele entrando e saindo com mais atrito. Fui sentindo o gozo chegando mais uma vez. Eu gemia alto e apertava o braço dele. Ele percebeu e falou:
         
- Agora vamos.
         
Ele aumentou o ritmo e começou a meter mais fundo. E mais forte. E…… gozamos juntos.  
          
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Transando com um desconhecido – Mais um conto!

24 de janeiro

O último conto que eu postei aqui foi um sucesso total. Então resolvi repetir a dose rapidinho. Afinal, quando temos feedback positivo, dá vontade de manter né?


Esse é do blog Intimo & Pessoal, que eu já disse aqui que adoro. Nela, a Nathalia conta a experiencia (como o título do texto já diz) de transar com um desconhecido. TESÃO do começo ao fim. 


Vamos ler?



Transando com um desconhecido



Fazia uma semana que eu ia dormir muito tarde, o que me fazia trabalhar como uma zumbi, além, é claro, das olheiras que já denunciavam que eu estava fazendo algo errado. Mas era mais forte que eu, e era tão gostoso! Vou explicar…
Conheci um carinha, numa sala de chat. Entrei com um nick do tipo “Messalina”, e lá encontrei muita gente com nicks como o meu. Tinha até “Como o Teu Cu Com Areia”! Quanta criatividade! Mas quem acabou chamando a minha atenção, em meio a tantas promessas de sacanagem, foi um que era apenas um nome: Maurício. No meio de toda aquela putaria, quem coloca um nome? Fui falar com ele.
Ele realmente era diferenciado. Claro que estava ali atrás de sacanagem, mas mais do que isso, tinha um ótimo papo e muita autenticidade. Não demorou muito e muitos interesses em comum surgiram: livros, filmes, e claro, sexo. E morávamos na mesma cidade! Logo passamos para o ICQ (sim, faz tempo… ninguém usava o MSN na época! rsrsrs). Meu Deus! Ele sabia o que falar para deixar uma mulher doida de tesão. Ficamos conversando até três da manhã, e fiz algo que achei que jamais conseguiria na época: gozei duas vezes em frente ao computador.
Marcamos de conversar novamente na noite seguinte. Na hora combinada lá estávamos nós. Horas e horas de papo e deleite em frente ao computador. Ele levava minha imaginação para lugares nunca visitados, templos de prazer e devassidão.
No terceiro dia eu já passava a tarde em polvorosa, imaginando a noite que se aproximava. Imaginava o que ele me diria, as sensações que me despertaria, qual a fantasia que viveríamos juntos naquela noite. Chegava em casa excitada, doida para acelerar o relógio.
E foi assim que passamos a semana: nos conhecendo, nos provocando, nos excitando e nos deliciando. No final de semana seguinte, a coisa estava insustentável. Não agüentávamos mais, era preciso marcar um encontro.
Era sábado de noite, mas no relógio já era domingo. Ele me desafiou: “Você não tem coragem de fazer isso tudo ao vivo”. Eu ri. Claro que eu não era tão moderninha e liberal como sou hoje, mas depois daquela semana, eu topava qualquer coisa! Respondi: “Tenho. Mas tem que ser agora”. E completei: “Eu escolho onde”.
Na noite anterior ele tinha me deixado maluca de tesão enquanto fantasiávamos uma foda dentro de um carro. Marquei em um edifício garagem no centro da cidade, que fica aberto 24hs. 9º andar, Gol preto, ia deixar minha calcinha pendurada no retrovisor. Dali a 40 minutos. Ele desligou o computador feito um louco, dizendo que iria “acabar” comigo.
Fui correndo tomar um banho, e tive que me segurar para não me tocar já embaixo do chuveiro, tamanho era o meu tesão. A água escorrendo pelo meu corpo, o sabonete deslizando… Melhor sair logo do banho, ou iria me atrasar. Coloquei um vestidinho leve, fácil de tirar, e uma calcinha vermelha. Fiz uma maquiagem leve, rápida, apenas para não ir de cara lavada.
Saí dirigindo igual uma doida pela cidade. Cruzei faróis vermelhos, nem sei como cheguei no estacionamento. Minha calcinha estava toda molhada. Estacionei no 9º andar, de ré, para observar o movimento de quem passasse por ali. Além do meu carro, apenas um Opala velho e empoeirado em todo o andar. De repente me deu medo. Onde eu estava com a cabeça? “Vou acabar contigo”, foi o que ele dissera. E se o acabar não fosse no sentido de me dar muito prazer? Se fosse literalmente acabar com a minha vida?
Só que pensar nisso, ao mesmo tempo em que me assustava, me dava mais tesão. Acho que era a coisa proibida, o perigo, sei lá. Quando me dei conta, me tocava com os dedos por dentro da calcinha. Lembrei que tinha combinado de deixá-la pendurada no espelho, e tirei-a, ensopada. Abri o vidro, coloquei-a no retrovisor, fechei o vidro e tranquei as portas. O silêncio dentro do estacionamento deixava o clima ainda mais tenso. Não olhei no relógio, mas sentia que logo ele chegaria. Liguei o rádio baixinho. E mais uma vez minha mão direita automaticamente deslizou para entre as minhas pernas.
Fiquei ali, lembrando dos nossos papos e me deliciando. No rádio o reverendo Al Green começou a cantar “Let’s Stay Together”, e eu me tocava no ritmo da música, a maior parte do tempo de olhos fechados. Por isso não vi quando o carro dele subiu a rampa. Escutei apenas a batida da porta, quando ela foi fechada, e ouvi seus passos se aproximando. Me encolhi um pouco no banco, mas não consegui tirar a mão do meio das pernas.
Estava escuro, e eu via apenas a silhueta se aproximando. Não conseguia ver como ele era, o seu rosto, o seu olhar. Não que isso fizesse importância. Eu já estava pronta, entregue. Ele caminhou até o espelho retrovisor e pegou a minha calcinha. Tocou o tecido com os dedos, e sentindo-a ensopada, levou ao rosto. Cheirou, sentindo o cheiro do meu tesão, e depois lambeu, o que me matou de tesão. Então abriu o zíper e tirou o pau pra fora, já duro, cabeçudo, e começou a se masturbar ao lado da minha janela. Mais uma descarga de tesão percorreu o meu corpo, já contei pra vocês como adoro ver um homem batendo punheta. Enfiei meus dedos mais fundo dentro de mim, e comecei a mexer no mesmo ritmo que ele. Para me deixar ainda mais louca de desejo, ele por vezes levava a minha calcinha ao rosto, e nesse momento aumentava o ritmo da punheta. Que delícia de visão!
Com a mão livre fui baixando lentamente o vidro, sem conseguir tirar os olhos do seu pau. Quando terminei, fiz sinal para que ele se aproximasse. Fiquei de joelhos do banco, e ele praticamente com as coxas encostadas na lataria. Toquei no seu pau. Nunca tinha visto um tão duro. Deslizei a mão pela cabeça, pelas bolas. Baixei o rosto e o envolvi com meus lábios. O rádio, ainda ligado, não foi capaz de abafar o seu gemido quando encontrou a minha boca quente. Lambi. Chupei. Suguei. E novamente levei uma mão à minha buceta. Que sensação deliciosa eu sentia.
Sem agüentar mais, ele se afastou e eu subi o pino da porta. Queria ele ali dentro comigo. Ele também queria. Abriu a porta e já veio me beijando, um beijo caloroso e cheio de tesão. Não sei bem como, mas rapidamente ele se livrou do meu vestido, abocanhando meus seios, chupando forte, até machucando um pouco, mas na hora eu só queria mais. Me sugava, me apertava, me levando ao céu. Até que escorregou o corpo, ficando acho que de joelhos no chão. Abriu as minhas pernas e afundou seu rosto entre elas. Ele chupou e mordeu a minha buceta como eu nunca tinha feito na vida. Ao mesmo tempo em que me arrancava dor, o prazer vinha mil vezes mais. Eu me agarrava na sua cabeça, nos seus cabelos e gemia ao mesmo tempo em que sentia meu tesão escorrer, melando todo o rosto dele.
Sem agüentar mais, eu pedi: “me come”. E ele atendeu ao meu pedido. Me virou com facilidade sobre o banco, me colocando de quatro, a bunda encostada na direção, e do lado de fora, depois de colocar uma camisinha, me penetrou. Entrou devagar, com cuidado, diferentemente do que havia feito quando me chupava. Mas eu tinha gostado daquele jeito. Então me joguei para trás, me abrindo, me rasgando, me entregando pra ele. Sem pestanejar, ele passou a me fuder forte, apertando a minha bunda, martelando o meu útero, me levando a loucura. Eu cravava as unhas no banco, agarrava o freio de mão, tentava de alguma maneira me segurar para não gozar, o que de fato consegui durante algum tempo. Mas logo tornou-se impossível.
E então eu gozei. Gozei aos berros, tremendo inteira, apertando o freio de mão com toda a força do mundo, nem sentindo quando ele me pegou pelos cabelos e deu estocadas fundas e demoradas, arfando atrás de mim.
Ficamos mais um tempo encaixados, ele um pouco por cima de mim, apesar de fora do carro, até que ele tirou o pau. Pude então cair sobre o banco, a tempo de vê-lo se livrando da camisinha, sem coragem de me olhar nos olhos. Acho que agora, com o fogo do tesão apagado, estávamos nos dando conta de que não nos conhecíamos de verdade. Tentei quebrar o gelo:
- Você tinha razão, acabou comigo…
Ele finalmente me olhou, e sorriu.
- E tu tem mesmo coragem.
Ficamos em silêncio de novo. Que situação! Mais uma vez, fui eu quem falou.
- Bom, acho melhor irmos embora… Já é tarde…
Não sei se ele gostou da idéia, ao vivo ele era muito tímido, se é que isso é possível depois de tudo aquilo. Mas acabou concordando com a cabeça, e meio sem jeito me mostrou a calcinha entre seus dedos.
- Posso ficar com isso?
Sorri.
- Pode, claro… Mas e eu, fico com qual recordação?
Ele riu, e esticou o dedo, apontando meus seios.
- Com essas…
Não entendi, e ele saiu caminhando em direção ao seu carro. Eu peguei meu vestido do chão, coloquei-o de qualquer jeito e fui embora, ainda antes que ele chegasse ao seu carro. Mais tarde, em casa, em frente ao espelho, tirei novamente o vestido. Meus seios estavam cheios de marcas roxas, de chupões e mordidas. Minha buceta, dolorida. E então entendi, e sorri. Acho que a minha recordação foi mais gostosa que a dele!
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