Há algum tempo, eu estava saindo com um barman, o Rodrigo. Eu o conheci numa sexta-feira, quando saí com umas amigas para beber. Sentamos em um boteco e, quando o lugar fechou, fomos para o bar dele tomar a saidera. Sentamos no balcão e era impossível não notar o gato que estava do outro lado, preparando drinks.


Pedi que ele me sugerisse o que beber, e comecei o meu teatro. Flerta daqui, flerta dali. Joga cabelo, abre sorriso. Pega na mão, pede outro drink… Saí de lá completamente bêbada mas ganhei um beijo de boa noite e o telefone do barman gato.
Alguns dias depois mandei um SMS, assim como quem não quer nada, para saber o que ele ia fazer naquela noite. E assim começou uma série de encontros, sempre de madrugada, depois que o bar fechava.
O Rodrigo é lindo e gostoso, e tem uma pegada de fazer qualquer uma delirar. E eu adorava aquela história toda: esperar ele ligar de madrugada, surpreende-lo com uma visita no bar (flertar com ele no balcão me dava muito tesão). Tudo era ótimo, mas teve uma noite que foi especialmente deliciosa.
Era terça-feira e eu estava em casa vendo TV. Era meia noite e o telefone tocou. Fui ver quem era. Rodrigo.
- Alô.
- O bar já fechou.
- Já? Nossa…
- O movimento foi fraquíssimo hoje.
- E aí? Ta em casa?
- Não, to indo em direção à sua casa.
- Sabe o caminho?
- Não esqueço nunca…
- To te esperando.
Em dez minutos a campainha tocou. Fui abrir a porta, de camisola. Ele estava de uniforme ainda, suado e com cara de cansado.
- Quer tomar um banho?
- Por favor. Quero te agarrar, mas assim não dá.
Ele entrou no chuveiro. Esperei um tempinho e fui até lá, já nua. Sem perguntar, entrei no banho com ele. Ficamos um tempo abraçados, sentindo a água correr. Ele parecia realmente cansado. Depois de um tempo abraçados, percebi que ele não estava tão cansado assim. O pau dele foi crescendo, encostado na minha barriga.
Ele pegou o sabonete, me virou de costas e começou a me ensaboar. Ele corria o sabonete pelo meu corpo todo, depois começou a massagear minhas costas. Em seguida, deixou o sabonete de lado e, com a mão cheia de espuma, tocou a minha vagina.
- Que saudade que eu tava dessa buceta.
Foi a minha deixa para pegar o sabonete e retribuir tudo o que ele tinha feito. Corri o sabonete pelo corpo dele todo: peito, braços, abdomen, pelas pernas. Virei ele de costas e fiz uma massagem. Com ele ainda de costas, peguei no pau dele e comecei a masturba-lo.
- Vamos sair daqui? – eu sugeri.
- Não – ele respondeu firme e me pegou no colo.
Eu enrolei as pernas em volta da cintura dele e nos beijamos. O Rodrigo tem um dos melhores beijos da minha vida. Firme, forte, com tesão. Ele coloca a língua quase toda dentro da minha boca e eu acho ótimo. E ele me apertava, e puxava o meu cabelo molhado.
Eu desci um pouco o corpo, enquanto ele encostava as minhas costas na parede do box, e eu encostava os pés na parede oposta. Pronto, era só encaixar. E foi isso que ele fez.
Minha buceta estava molhada, mas a água do chuveiro levou um pouco da lubrificação embora. Então o pau dele entrou com bastante atrito, doendo um pouco. Mas muito gostoso. Ficamos assim um bom tempo, frente a frente, rosto com rosto. Ele grudado em mim, me beijando e metendo. Ficamos assim muito tempo! Estava muito bom.
Até que eu não agüentei mais ficar nessa posição. Abracei ele com força, com os braços e as pernas.
- Vamos para a cama?
Ele me colocou no chão, fechou o chuveiro e pegou as toalhas. Se enrolou na dele e ficou, sentado na banheira, olhando eu me secar.
Eu comecei um novo teatro. Torcia o cabelo na pia, me abaixava para secar as pernas, tocava o meu corpo, virava de costas para ele e abaixava de novo. Nisso, ele já estava com a toalha aberta e se masturbando. Mas eu não tinha nenhuma pressa. Continuava me secando calmamente.
Até que ele levantou, me pegou pelo braço e falou:
- Vambora.
Quase me carregando pelo braço, ele me levou até o quarto e me jogou em cima da cama. O Rodrigo tem isso, ele é bem violento de vez em quando. E eu adoro!
Eu caí de bruços e ele deitou por cima de mim. Levantou o meu quadril e começou a me comer de quatro.
- Que buceta linda.
Foi a primeira vez que eu ouvi isso. Já tinham dito tudo sobre a minha buceta, que era gostosa, molhada, apertada… mas linda nunca. E foi muito bom! Gostei tanto que quase gozei. Mas segurei. E resolvi ser violenta também.
Me virei, sentei na cama, de frente pra ele, puxei ele pelo braço e empurrei ele para que deitasse. Ele olhou pra mim e falou:
- Me bate.
Olhei nos olhos dele, enchi a mão e dei um tapa no braço dele.
- Bate direito, porra. Bate na cara.
Foi uma surpresa. O Rodrigo é violento e adora me dar uns tapas. Mas eu não sabia que ele gostava de levar também.
Dei o tapa que ele queria. Bati forte como eu nunca tinha batido em ninguém. E ele me olhou como nunca tinha me olhado. Ele fazia muita cara de tesão quando estávamos juntos. Mas daquele jeito, eu nunca tinha visto.
Sentei em cima dele. Eu também estava com muito tesão e a gente se olhava como duas pessoas que queriam se matar. Mas a gente só queria se comer. Muito.
Fiquei por cima dele, ele mexendo o quadril com força, rápido. Ele sabe que eu gozo rápido quando é assim.
- Você vai gozar gostoso, fazendo aquela carinha que você faz?
- To quase. Você vai continuar me comendo assim gostoso?
- Não. Não quero que você goze agora. Quero gozar com você, daqui a pouco.
Ele falou isso e me virou, abriu as minhas pernas, deitou por cima de mim, olhando pra mim. Levantou as minhas pernas e ficou metendo devagar, como se estivesse degustando um prato maravilhoso. Eu sentia o pau dele saindo e entrando, inteiro. Até que ele aumentou o ritmo. Eu já estava quase gozando de novo.
- Rodrigo, eu vou gozar.
- Então vamos ficar daquele jeito que você gosta. Quero ver aquela carinha.
Ele deitou de costas e eu sentei em cima dele. E ele começou a mexer o quadril do jeito que eu gosto, no ritmo que eu gosto. Em pouco tempo gozamos juntos. e eu fiz a carinha que ele tanto queria. 

Hora de descansar para partir para a próxima. As madrugadas costumam ser longas com o Rodrigo.